quinta-feira, 19 de maio de 2016


Biografia de Julio Emilio Bras

Julio Emilio Braz  nasceu em 16 de 
 abril de 1959, na pequena cidade de Manhumirim, 
 aos pés da Serra de Caparaó. 

   Aos cinco anos mudou-se para o Rio de Janeiro,
 cidade que adotou como lar.

   É considerado um autodidata, aprendendo
 as coisas com extrema facilidade. Adquiriu o hábito 
 de leitura aos seis anos.

   Iniciou sua carreira como escritor de  roteiros
 para histórias em quadrinhos, publicadas no Brasil,
 Portugal, Bélgica, França, Cuba e EUA. Já publicou
 mais de cem títulos.

   Em 1988 recebeu o Prêmio Jabuti pela publicação
 de seu primeiro livro infanto-juvenil: SAGUAIRU. 

   Em 1990 escreveu  roteiros para o programa
 Os Trapalhões, da TV Globo, e algumas mininovelas
 para a televisão do Paraguai. Em 1997 ganhou o
 Austrian Children Book Award, na Áustria, pela 
 versão alemã do livro CRIANÇAS NA 
 ESCURIDÃO (Kinder im Dulkern) e o Blue Cobra 
 Award, no Swiss Institute for Children’s Book.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

                           Links


www.marvel.com
 
www.monica.com.br

www.devir.com.br

www.clubedamalfalda.blogspot.com



          Semana literaria

A semana literária, foi bem legal, fizemos pássaros, piriquitos, a aula de artes, e em casa, mas alguns. Costuramos um pássaro de tecido com enchimento, que ficou em uma árvore na recepção.

       Nós, fizemos um pequeno teatro, baseado nas poesias de Manoel de Barros, cada um, ou em grupo ou sozinho, decorou seu poema e apresentou, foi bem legal, ensaiamos algumas vezes, no dia, apresentamos 4 vezes, para os pais, para os sétimos anos e para o 6A.

      Resumo de 3 sonhos do livro Meninos da Planicie 

Primeiro sonho-

 Algumas crianças tomavam banho em um rio.Um dos meninos era magro e corria na margem do rio, havia uma cicatriz na sua coxa

Em um pé ele começou a atirar água em uma menina que estava sentada. Ao se molhar seu um pulo. Em um dos seus braços havia uma cicatriz. Usava um colar de sementes vermelhas e pretas e no braço um bracelete de dentes de macacos.

 O menino continuava jogando água. Ele só parou quando a menina jogou uma fruta em suas costas 

Segundo sonho-

Os homens abandonaram a aldeia muito cedo para caçar. Mais tarde as mulheres e as crianças comesaram a caminhada.
Peixe seco, coquinho, um pouco de mel e uns caracóis era o suficiente para dói dias.

 Atrás de uma grande pedra os homens deixaram um veado e um caitu que haviam caçado.

As mulheres eas crianças  começaram a arrumar o salão de entrada da gruta.
Nia e mais duas meninas foram buscar água. Aur recolheu folhas do chão , o menino escolheu o mais reto e raspou uma pedra ate ela ficar igualada, em um dos buracos. Com uma ponta de outro graveto ele rapidamente girou sem parar. Começou a sair uma fumaça branca e depois uma faísca e uma chama quente o fogo. 

Ultimo  sonho-

Na esplanada  em frente a gruta ardia uma grande fogueira. Os moradores estavam em circulo ao redor em silencio. Com o fogo alto.

Aos poucos as chamas se diminuiram e os moradores continuaram imóveis.
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Dois homens lenvantaram e começaram a andar ate as maças. Aur olhava para o céu e via as estrelas piscando e achava que era vagalumes, os dois homens colocaram lenha sobre as folhas. Eram Aur e Nia durmindo.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

               Biografia Cástor Cartelle

   
     O professor,doutor Castor Cartelle Guerra e professor na UFMG.Licenciado em letras clássicas,filosofia e ciências naturais,e mestre em geociencias e doutor em ciências,tendo dedicado uma parte significativa de sua vida ao ensino e a pesquisa paleontológica.Nascido na galicia ,Espanha,veio para o Brasil ainda jovem e tornou-se cidadão brasileiro,além de grande numero de palestras e cursos em diversas universidades e colégioo museu de caravelas(BA),e da  assessoria ao novo museu de ciências naturais da PUC-MG.    s,tem-se empenhado no trabalho de defesa do meio ambiente como membro do conselho estadual  do meio ambiente do estado de Minas Gerais.Vice presidente da fundação biodiversitas e membro do conselho da fundação zoobotamica de Belo Horizonte ,foi consultor para a criação do Parque Nacional dos dinossauros em Souza(PB)e d

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Trabalho de historia

Livro
”Era pouco mais do que um córrego, com belos remanzos escondidos  entre os banbuzais, onde os meninos nadavam escondidos e morriam de esquitosomose, pois achávamos engraçadinhos os caramujos qur vinham colados em nosasa canelas quando saímos da água”


Minha vida
 Sempre quando vou para Gouveia ,cidade de meus avos ,  e íamos para algum rio . somente meu pai e minha mãe sabem dirigir mas eles sempre estão em outro lugar, então vamos a PE e e senpre um longo caminho.

Quando sempre olhamos o local para ver se não tem risco.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

                                Gírias

                    
  Os diversos modos de falar do povo brasileiro conferem as sonoridades, as cores e os sabores da língua, que está em constante transformação, de acordo com a dinâmica sociocultural. Um dos recursos que mais movimentam o idioma é o neologismo, palavra ou expressão que se introduz ou tenta se introduzir na língua, ou ainda confere novos sentidos a palavras já existentes.

As gírias são neologismos empregados por grupos que têm em comum a profissão, a idade, a classe social ou a região, com o objetivo de criar uma identidade linguística, facilitando a comunicação entre os pares e excluindo os que não pertencem àquela comunidade. Existem gírias típicas de determinado local ou região. Segundo João Bosco Serra e Gurgel, autor do Dicionário de gíria: modismo linguístico, o equipamento falado do brasileiro (7. ed. Brasília, 2005), “os regionalismos são os maiores tributários das gírias”.
  A gíria que o nosso morro criou Durante muito tempo, as gírias eram condenadas ao papel de vilã do bem falar, associadas à marginalidade. Ao longo da Colônia e do Império, muitos termos foram criados para possibilitar a comunicação entre os escravizados sem que os senhores tivessem conhecimento do que se tratava. O escritor Plácido de Abreu, no prefácio de seu romance Os capoeiras (1886), transcreve um glossário da gíria corrente nesses grupos. “Alfinete”, por exemplo, significava faca, "alto da sinagoga", rosto ou cabeça, e "desgalhar" é fugir da polícia.
                       EXEMPLOS DE GÍRIAS       

 Gata ou gato = mulher bonita, homem bonito
- Baranga = mulher feia
- Coroa = pessoa idosa
- Corno = pessoa traída
- Magrela = bicicleta
- Abrir o jogo = contar a verdade
- Arrancar os cabelos = ficar desesperado
- Baixar a bola = ficar calmo
- Catinga = fedor
- Cabeça-dura = pessoa teimosa
- Com o pé na cova = próximo da morte
- Dar o troco = fazer vingança
- Pagar o mico = passar vergonha